Vinícius Vargas Dal Carobo mora em Santa Maria-RS. Aos 29 anos, sonha correr – e se prepara para isso – sua primeira meia maratona. Estudante do último ano Nutrição, Vinícius sofreu com a perda de condicionamento no início da pandemia. Confira!

Desde que eu comecei a cuidar da minha saúde a corrida esteve presente. Comecei por volta dos 25 anos a fazer exercícios para manter um hábito de vida saudável, porém a corrida sempre foi a segunda opção para a prática de exercícios. Depois de passar por diversas modalidades, como futebol, jiu-jitsu, musculação e hiit, no ano passado eu resolvi fazer da corrida meu esporte principal.


Começou janeiro de 2019, quando listei metas para aquele ano e entre elas estava participar de uma prova de corrida de rua. Fui adiando até o mês de julho, quando finalmente criei coragem e me inscrevi para a minha primeira prova, que seria de 7 km. Comecei a treinar por conta própria. Colocava um calção, uma regata, o tênis e saía para correr de acordo com o meu preparo físico. Fiz os meus treinos sem qualquer auxilio profissional e consegui ficar em segundo na minha categoria. O problema é que éramos só nós dois nesta categoria.

Depois daquele dia eu percebi que queria fazer da corrida um hábito de vida e que iria me aperfeiçoar. Foi então que eu entrei em contato com uma assessoria esportiva.

Com assessoria começou a evolução. Os treinos seguiam a planilha e as provas eram de 5, 7 e 10 km. Mas durante esse um ano já tive treinos de 17 km. Atualmente estou treinado para a Meia Maratona de Porto Alegre.

O plano a curto prazo é manter os treinos até a pandemia passar para poder alcançar meu objetivo a médio prazo que é a meia maratona de Porto Alegre. Quero continuar a fazer mais umas provas de 21 km e quem sabe a longo prazo uma maratona esteja no meu currículo. Mas a longo prazo o principal é continuar na corrida a minha vida toda e passar o hábito para os meus filhos.

Durante esta pandemia, principalmente no início, eu perdi muito condicionamento. Foram dois meses parado, em quarentena. Mas depois de um tempo voltei a treinar com todos os cuidados sugeridos pelas autoridades e hoje já estou voltando ao meu condicionamento físico.

A GoFit e o Sisrun têm sido primordiais para a minha evolução. Sem a assessoria eu não estaria hoje bem preparado para correr uma meia maratona e através do Sisrun eu consigo acompanhar essa evolução detalhadamente.

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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