A arquiteta Andrea Sales, de 40 anos, acaba de chegar de Berlim, onde correu sua sexta maratona. Sua segunda major. Moradora de Fortaleza, a atleta, que em 2020 completa uma década na KM Assessoria Esportiva, fez sua melhor marca na distância e já projeta algo ainda melhor no próximo ano. Confira!

“Comecei a correr em 2005 para eliminar o sobrepeso pós-gravidez. Minha filha já ia fazer 2 anos. Comecei sem qualquer orientação profissional. Nem mesmo de revistas especializadas. Simplesmente corria. Nesse tempo, correr ainda não estava na moda. Não tinha GPS, no máximo um relógio com cronômetro.

Com três meses de corrida fiz minha primeira prova de 10K, a Corrida do Fogo. E com um ano fiz minha primeira meia maratona, a Meia Internacional de Fortaleza, em 2006.

Corri cerca de cinco anos sem assessoria e procurei a KM em 2010, logo após me recuperar de uma lesão que me deixou quatro meses parada. Ano que vem faço 10 anos de KM!

Perdi a conta de quantas provas de 10K e meias eu já fiz. Em 2015, completando uma década de corrida, resolvi fazer minha primeira maratona. Então me inscrevi para a Maratona da Disney, que fiz em janeiro de 2016. Por causa da maratona, resolvi encarar a corrida com mais seriedade e passei a me dedicar de maneira especial para esse novo desafio. A primeira providência foi procurar um bom nutricionista. E esse mesmo nutricionista me ‘impôs’ o fortalecimento muscular, que eu nunca havia feito. A partir daí, costumo dizer. Nasceu uma nova corredora. Os meus resultados começaram a mudar, para melhor, naturalmente.

Ainda em 2015, antes da primeira maratona, já alcançava tempos bem melhores nos 10K e nos 21K. Nos 10K consegui ser sub1h. E naquele ano baixei o tempo na meia em mais de 20 minutos.

Já corri seis maratonas: duas na Disney, uma no Rio, uma em Buenos Aires e duas majors, Nova York e Berlim. A primeira que fiz, na Disney, fechei em 4h59min. Agora acabo de voltar de Berlim com 4h01min. Já estou ansiosa pela próxima, cuja meta é ser sub4h.”

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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