Francine Mello tem 43 anos e mora em Guaratinguetá-SP. Atleta da Cinjo Sports. O ano em que começou a correr marca também uma perda dolorosa, que a corrida ajudou a suportar e seguir em frente. Confira!
´´Em 2021, comecei a correr em busca de saúde física, mas encontrei muito mais do que isso. No mesmo ano em que perdi meu pai, a corrida se tornou um refúgio, um lugar onde consegui aliviar a dor, organizar os pensamentos e reencontrar forças para seguir em frente.
Em 2025, participei da minha primeira prova de corrida de rua. Cruzar aquela linha de chegada representou muito mais do que completar um percurso: foi a prova de que eu havia superado desafios que pareciam impossíveis. Desde então, sigo firme nessa jornada.
Nem tudo foi fácil. Algumas lesões me afastaram das corridas por alguns meses, e foi justamente nesse período que percebi o quanto correr faz bem para o meu corpo, para a minha mente e para o meu coração. A ausência da corrida me mostrou o quanto ela faz parte de quem eu sou.
Hoje, cada treino é uma celebração da vida, da superação e da perseverança. E saber que minha história tem inspirado outras pessoas a calçarem um tênis e começarem a correr torna essa caminhada ainda mais especial. Se eu consegui transformar a dor em força, talvez minha trajetória possa mostrar a alguém que sempre é possível recomeçar.
A corrida mudou a minha vida. Mais do que um esporte, ela se tornou um estilo de vida, uma fonte de equilíbrio e a certeza de que, passo a passo, somos capazes de vencer qualquer desafio.“