O analista de TI Maurício Fleck, 47 anos, de Florianópolis, quase se viu obrigado a parar de correr por conta de um acidente de trânsito. Essa era a recomendação médica. Mas quem corre sabe o poder que a corrida tem sobre nós. Confira!

´´Após um acidente de moto em setembro de 2020, em que perdi parte da mobilidade do braço esquerdo na altura do ombro, fui convidado pelo Ramon da Move On, assessoria em que eu já corria, para fazer os 25k da Rio do Rastro Marathon.

Pra falar a verdade, eu achava que não conseguiria, pois ainda sentia muitas dores e estava dentro do prazo sob o risco de perder o movimento total do braço. O prazo estabelecido pelo médico era de 3 a 6 meses.

Além das dores, tinha a questão psicológica, mas ele acreditou em mim e me fez acreditar também. Eu fui, completei a prova e daí em diante não parei mais. Mesmo com vários problemas na coluna, que apareceram depois, e que fizeram alguns médicos me orientarem a não correr mais, e dois procedimentos de infiltração para diminuir as dores.

Eu diminuí o ritmo e a intensidade de treinos e mesmo assim fiz uma meia maratona, uma maratona, o revezamento da Volta a Ilha de São Francisco, revezamento da Volta a Ilha de Florianópolis, Ponta do Papagaio entre outras. E há poucos dias corri a minha primeira São Silvestre. Agora o desafio da vez é a Meia Maratona de Porto Alegre´´

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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