Gerente de produtos de tecnologia, Cassio Bartolomei está pouco mais de um ano na Fábio Ornelas Treinamento Esportivo, de São Paulo. Entrou na assessoria com um projeto pessoal: correr o IM Brasil em 2021.  Tudo vinha caminhando bem até que apareceu a pandemia do coronavírus. Foram 110 dias em casa até a saída para o primeiro treino de corrida após o isolamento.

Esta semana, Cássio deu um passo gigante rumo ao sonho de fazer o IM, agora adiado para 2022. Confira!

Fábio Ornelas e Cássio

“Nos três primeiros meses da pandemia eu não treinei nada. Voltei a treinar em 29 de junho, fazendo 146 treinos até o meio ironman que fiz em 5 de dezembro. Os planos não eram bem esses. A ideia era fazer o Ironman 70.3 em junho, como parte da preparação para um full IM.
 
Quando eu voltei a treinar pensei em fazer a prova no fim do ano, perto do meu aniversário, 3 de dezembro. Seria uma forma de ter um objetivo, me motivar e conseguir treinar.
 
Não foi uma prova oficial. Nadei, pedalei e corri em sequência as distâncias do meio ironman. E foi bem diferente. Sem medalha, sem organização, sem percurso fechado, sem torcida e sem outros competidores. É mais difícil manter o ritmo e a cabeça no objetivo de completar a prova.
 
Foi bem desafiador, os quilômetros finais foram bem difíceis. O que me manteve na prova foi a Renata, minha noiva que estava lá me apoiando, e o coach Fabinho. Os dois me acompanharam na corrida. A Renata me ajudou muito, por que está comigo desde o começo, me apoiando nos treinamentos, na preparação.
 
Ela sabe que o meu objetivo é completar um ironman, algo que poucas pessoas conseguem e que exige muito foco, disciplina e dedicação. E é justamente isso que eu quero explorar. Quero levar tudo para outras áreas da minha vida. Mas o IM é só o primeiro objetivo. Depois dele virão outros desafios!
 
E dentro desta jornada tem dois IM 70.3 nos planos. O que foi adiado deste ano, que já estou inscrito e um em Cozumel, México. Vou juntar a prova com a nossa lua de mel.”
 

Renata e Cássio

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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