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“Incrível, celebração, amizade, superação foram palavras que ouvi dos corredores na Avenida Paulista no último dia de 2017. Todos tentando descrever em palavras o que estávamos vivendo ali. Estou extasiada com a grandiosidade desta corrida. Se antes, eu estava insegura, hoje estou maravilhada com esta experiência de participar pela primeira vez de uma corrida com essa dimensão. E você não sabe o quanto eu corri para chegar até aqui.

Foi uma corrida divertida, mas com um percurso de 15K, não deixa de ser uma corrida longa com um percurso difícil, de descidas e subidas. A chuva amenizou o clima, mas deixou o asfalto muito escorregadio.

Os treinos com a Carbono, minha assessoria, foram fundamentais  para eu concluir a corrida bem. Quanto ao tempo, nem sei. A chegada foi uma festa, com as pessoas se abraçando e desejando feliz ano novo. O tempo não era minha prioridade.

Durante o percurso conversei com alguns ícones da São Silvestre. Principalmente com os mais experientes, como um senhor que estava concluindo sua 50º participação. Uma outra senhora de 78 anos já havia feito a prova 28 vezes. E muitos outros que estavam ali na pista em uma espécie de confraternização.

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Um novo ano se inicia e estou muito feliz da atitude que tive em fevereiro de 2017 de procurar a Carbono. Eles me apresentaram este mundo novo, que me ajudou a  buscar uma melhor qualidade de vida, conhecer meus limites, minha capacidade de superar.

O que vivi nesta São Silvestre está guardado em minha memória. As amizades que fiz, o nó na garganta na hora da largada, as pessoas na rua passando a energia, as bandeiras das torcidas de futebol, os fantasiados, a temida Brigadeiro, que não foi tão difícil por conta das pessoas que ficam ali fazendo festa na passagem dos corredores.

Dizem que quem gostou volta. Eu não sei ainda, mas a experiência que tive foi extremante única…. Quem sabe numa próxima edição talvez até mais focada no tempo. O que sei é que a corrida é um esporte democrático que une pessoas. Na Carbono temos um lema: unidos pelo esporte, unidos pela amizade”.

Olinda Soares treina com a Carbono Assessoria Esportiva e as planilhas online SisRUN

 

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

1 thought on “O que Olinda Soares ouviu, viu e sentiu em sua primeira Corrida de São Silvestre”

  1. Foi realmente uma prova difícil em função da chuva, mas o interessante foi ver e ouvir varios povos num mesmo espaço com o mesmo objetivo, conseguir ultrapassar a linha de chegada.

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