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A advogada Eliza Viana, de 31 anos, vai encarar este ano seu maior desafio desde que começou a correr. Depois de muitos anos de prática – começou ainda na escola -, Eliza está treinando com a Action Run para correr sua primeira maratona. Ano passado amadureceu a ideia e fez sua primeira meia maratona. Fez também os 25K no duro Desafrio, em Urubici-SC.

eliza1“Corro desde a época de escola. Cresci e continuei correndo, mas não passava dos 5K. Quando entrei na faculdade, parei com as corridas por falta de tempo. Corria apenas nas férias.

Em outubro de 2015 conheci a ViniRun, que depois deu origem à Action Run, e voltei a correr. A evolução nas distâncias sempre foi algo gradativo.

Desde o início do ano minha planilha está focada para fazer os 42K no meio do ano. Não tem sido muito fácil, já que estava parada há uns meses por causa da minha tese de pós-graduação. Quando voltei a treinar já foi com mais intensidade.

A ideia de fazer uma maratona nunca passou pela minha cabeça. A bem da verdade nem mesmo de fazer uma meia maratona. Contudo, com o passar do tempo e dos treinos realizados, os quilômetros percorridos começaram a aumentar a cada treino e isso aconteceu em pouco tempo. Assim surgiu a vontade de correr a meia.

Então comecei a pensar na maratona quando vislumbrei a possibilidade de fazer os 21K. Acredito que seja o próximo passo depois de concluir a meia maratona. Então depois de me preparar para a meia e conseguir fazer duas provas, já pensei na maratona.

Acredito que ansiedade, nervosismo e euforia fazem parte, mesmo estando bem preparado. Tudo pode acontecer em uma corrida, mas a sensação de cruzar a linha de chegada e saber que você superou 42 quilômetros, com dificuldades ou não, com dores ou não, muito cansado ou nem tanto, é a realização de saber que você foi capaz de superar a si mesmo. De superar não somente o corpo, porque o corpo, com treinos, se condiciona a fazer o que você quer. Mas acima de tudo, superar seus obstáculos mentais, porque o psicológico é um dos maiores influenciadores nessas provas.

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Tenho diabetes tipo 1. Isso influencia a minha corrida, por que quando estou correndo preciso verificar a glicose para saber se preciso de suplemento e de correção com insulina. 

Mas a corrida acaba fazendo com que após o treino eu consiga, muitas vezes, diminuir a quantidade de insulina usada. A corrida ajuda a manter níveis melhores de glicemia. Que Deus me permita correr até ficar bem velhinha.

Neste processo todo tem a Action Run. O Vini monta os treinos, orienta, conversa sobre os próximos objetivos que quero alcançar. Tem ainda toda a galera do grupo que compartilha os treinos, as dificuldades, as conquistas, os objetivos. Tudo isso serve de motivação. Saber que apesar de muitos de nós treinarem sozinhos, como eu, tem alguém em algum cantinho desse Brasil que também está treinando para ser um pouco melhor que ontem. Para aprimorar e conseguir fazer uma boa prova, atingindo a distância que tanto gostaria.

E o SisRUN é importante, por que torna possível a visualização do o treino em qualquer lugar e também armazená-los para saber se o que foi planejado para o mês foi cumprido”.

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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