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Com a medalha da Meia de Natal no peito e os treinadores da Go Runners

O analista de projetos Paulo Barbosa, de 36 anos, mora em Natal e corre desde 2014. É mais uma daquelas histórias de quem procurou a corrida para melhorar a qualidade de vida e perder peso. Com a Escola de Corrida Go Runners conseguiu atingir seu objetivo, traçou novos e acabou fazendo da corrida seu estilo de vida. Seu próximo desafio é a Maratona do Rio. Confira!

“Em 2014, após alguns problemas de saúde, o médico me recomendou a prática de esportes. Na época, meu chefe no trabalho, Alfredo Farias, já era corredor de rua e foi através de sua insistência que dei meus primeiros passos no esporte.

Nestes últimos três anos pude aprender que correr não é o mesmo que sair correndo. Assim eu consegui evoluir.

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Recebendo orientações do treinador Fabiano Pezzi

Em 2017 corri no Rio de Janeiro minha primeira meia maratona. Não sem uma boa dose de apreensão e preocupação. Oito dias antes da prova, durante um treino leve, eu senti a panturrilha. Todos da Go Runners ficaram preocupados. Mas fizemos tudo o que era possível, como evitar os treinos, e tratamos o que era preciso.

Chegamos ao Rio para o grande dia e o professor Lukinhas, que acompanhava a equipe fez uma última avaliação. Fomos para a batalha. Para mim seria a realização de um sonho.  Assim o foi. Quem diria que um cara como eu, que chegou a pesar 118 quilos e que não conseguia correr 1k devido o sedentarismo, correria 21k em 2h17min? Sensação de dever cumprido e momentos que ficaram guardados para sempre. Ah, e aquela dorzinha na panturrilha, que era preocupação da equipe na semana da prova nunca mais apareceu.

Nessa época eu acompanhava os treinos de um amigo da Go Runners para a maratona. Conversei com o treinador Fabiano Pezzi sobre a vontade de correr a distância. Ele deu sinal verde e juntos estamos em busca deste meu sonho.

Ainda em 2017 fui para a segunda meia, desta vez em casa. A Meia do Sol é uma prova dura e acabei tendo alguns problemas no percurso. Foi preciso usar um pouco do que aprendi com a Go Runners para fechar a prova em 2h35min. Sem problema já que o foco estava mais à frente, a Maratona do Rio em 2018.

Já em 2018, fui para a minha terceira meia, na Maratona de Natal. Já havia passado por duas experiências e sabia que tinha que fazer tudo certo nesta prova, que seria a última antes da Maratona do Rio. Mas tudo começou diferente nesse dia. Muita chuva em Natal, ruas alagadas e o percurso tornou-se muito complexo para uma corrida de rua. Momentos antes do aquecimento o professor Fabiano Pezzi nos passou a estratégia para podermos concluir bem aquele tipo de prova. Nunca havíamos treinado para uma prova naquelas condições. Apesar da preocupação da equipe, a estratégia foi perfeita e eu concluí a prova em 2h10min.

Agora estamos bem perto de concluir mais um ciclo, realizar mais um sonho: correr a Maratona do Rio. Mas já escolhemos um novo sonho, um novo objetivo. O Desafio 100K do Frio, entre as cidades de Caruaru e Garanhuns, em Pernambuco. Mas ainda preciso conversar com os treinadores da Go Runners sobre isso.

Também sonho poder correr as quatro provas (5k, 10k, 21k e 42k) em quatro dias do Desafio do Dunga, em Orlando-EUA. 

Não é fácil! O meu trabalho cria dificuldades para manter a rotina de treinos. Estou sempre viajando pelo Brasil. É mais uma dificuldade a superar. Aí entra a família. Minha esposa Joana D´Arc me apoia sempre. Aliás, lá em casa respiramos esporte. Eu através da corrida de rua e ela através do voleibol.

Hoje eu posso afirmar que a corrida é a minha alegria de viver. Lembro que no pior momento da minha vida, quando perdi meu pai, José Barbosa, busquei motivação para seguir correndo. Justamente nesse período decidi focar no esporte e entrei na família Go Runners. Ela é minha família de corredores, onde busco inspiração nas histórias de vidas que me motivam a cada dia”. 

A Go Runners usa o SisRUN em sua gestão e na aplicação de planilhas online.

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Jornalista, pai e corredor. Vê a corrida como uma ferramente para fazer a vida fazer sentido. Não se preocupa em ser rápido, nem com a chegada. O que importa é o caminho...

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